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Cinco parques florestais de Minas que você precisa conhecer


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Cachoeira dos Macacos, no Parque Estadual do Ibitipoca - Foto: Glauco Umbelino/Flickr CC

Cachoeira dos Macacos, no Parque Estadual do Ibitipoca - Foto: Glauco Umbelino/Flickr CC

05/11/2014 - Revista Ecológico *

Minas não tem mar, mas possui reservas naturais repletas de cachoeiras de encher os olhos (e a alma)! Essas áreas são compostas por biomas como o Cerrado e a Mata Atlântica e abrigam espécies peculiares de fauna e flora, além de mananciais importantes não somente pela beleza, mas pela importância hídrica.  Cenários de cartão-postal que fazem parte de regiões chamadas de “parques estaduais”. Nome que se dá a uma categoria de unidade de conservação que se destaca pela beleza e relevância ecológica e que podem ser apreciados pelos turistas.

Conheça, a seguir, cinco belíssimos parques florestais que estão abertos à visitação em  Minas:

1. Parque Estadual do Ibitipoca

Localizado na Zona da Mata, nos municípios de Lima Duarte e Santa Rita do Ibitipoca. Ocupa o alto da Serra do Ibitipoca, uma extensão da Serra da Mantiqueira.Com uma área de 1.488 hectares, a unidade de conservação está no local onde se dividem as bacias do Rio Grande e do Rio Paraíba do Sul. A Ponte de Pedra, a Janela do Céu, a Gruta dos Três Arcos e o Pico do Pião são apenas alguns dos atrativos de Ibitipoca que abriga ainda mirantes, grutas, praias, piscina natural, cachoeiras, picos e as belas cachoeiras e piscinas naturais formadas pelos Rios do Salto e Vermelho e o Córrego do Monjolinho. As visitas podem ser feitas todos os dias do ano, exceto as segundas-feiras, desde que não sejam feriados. Saiba mais: (32) 3281-1101

2. Parque Estadual do Itacolomi

Crédito: Cláudio Tebaldi/Flickr CC

Localizado nos municípios de Mariana e Ouro Preto, na região sudeste de Minas Gerais, a 100 quilômetros de Belo Horizonte. O Parque possui uma área de 7.543 hectares de matas onde predominam as quaresmeiras e candeias ao longo dos rios e córregos. Nas partes mais elevadas, aparecem os campos de altitude com afloramentos rochosos, onde se destacam as gramíneas e canelas de emas. Abriga muitas nascentes, escondidas nas matas, que deságuam, em sua maioria, no rio Gualaxo do Sul, afluente do rio Doce. A visitação é aberta de terça-feira a domingo. Saiba mais: (31) 3551-6193

3. Parque Estadual da Serra do Rola-Moça

Crédito: Joseph/Flickr CC

É uma das mais importantes áreas verdes de Minas. Situado na Região Metropolitana de Belo Horizonte, é o terceiro maior parque em área urbana do país e abriga alguns dos mananciais que abastecem a capital. Os 3.941 hectares do Parque são situados numa zona de transição de Cerrado para Mata Atlântica, rico em campos ferruginosos e de altitude.  A vegetação diversificada proporciona ao Parque um colorido especial e um relevo peculiar, sendo encontradas espécies como orquídeas, bromélias, candeias, jacarandá, cedro, jequitibá, arnica e a canela-de-ema, que se tornou o símbolo do Parque. Recentemente descrito pela geologia, o Campo Ferruginoso é muito raro, sendo encontrado apenas em Minas Gerais, no Quadrilátero Ferrífero, e em Carajás, no Pará. A visitação pode ser feita diariamente, no período diurno. Saiba mais: (31) 3581.3523

4. Parque Estadual do Rio Doce

Crédito: Moisés Silva Lima/CC Flickr

Situado na porção sudoeste de Minas, a 248 quilômetros de Belo Horizonte, na região do Vale do Aço. Essa unidade de conservação abriga a maior floresta tropical de Minas, em seus 35.970 hectares. Árvores centenárias, madeiras nobres de grande porte e uma infinidade de animais nativos compõem o cenário de um dos poucos remanescentes de Mata Atlântica, no Brasil. Com um notável sistema lacustre, composto por quarenta lagoas naturais, dentre as quais, destaca-se a Lagoa Dom Helvécio, com 6,7 quilômetros quadrados e profundidade de até 32,5 metros. Visitas podem ser feitas de terça a domingo, além de feriados. Saiba mais: (31) 3822-3006.

5. Parque Estadual do Rio Preto

Crédito: Ricardo Solar/Flickr CC

Localizado no município de São Gonçalo do Rio Preto, distante 70 quilômetros de Diamantina, possui vegetação composta por Cerrado e Campos de Altitude. Inserido no complexo da Serra do Espinhaço, possui um relevo acidentado repleto de rochas de quartzo que formam belíssimos painéis. Com uma área total de 12.185 hectares, a unidade de conservação abriga diversas nascentes, dentre as quais se destaca a do Rio Preto, um dos mais importantes afluentes do Araçuaí, por sua vez afluente do Rio Jequitinhonha. Os recursos hídricos privilegiados favorecem a formação de cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros, cânions e praias fluviais com areias brancas. Entre os inúmeros atrativos turísticos, destacam-se as cachoeiras do Crioulo e da Sempre Viva, as pinturas rupestres e os mirantes naturais que permitem aos visitantes observar toda a região. Visitas devem ser agendadas pelo telefone: (38) 3531.3919

* Fonte: IEF MG


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